O dichava.app não é opinião solta: apoia-se na redução de danos, em política pública de saúde e em conhecimento científico. Aqui está o que fundamenta o app.
Partimos de um princípio pragmático e humanista: o uso de substâncias existe, e o cuidado deve reduzir riscos e sofrimento sem exigir abstinência como condição. A pessoa no centro, sem julgamento.
A redução de danos é reconhecida oficialmente: Portaria GM/MS nº 1.028/2005 (institui a RD como estratégia de saúde pública no SUS), Lei nº 11.343/2006 (Lei de Drogas) e a Política Nacional sobre Drogas.
Automonitoramento: registrar comportamento e emoções aumenta a consciência e apoia mudança, base de intervenções psicológicas. Respiração e grounding: técnicas de regulação do sistema nervoso usadas no manejo de ansiedade e fissura. Reflexão guiada e metas: inspiradas em abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental e a entrevista motivacional.
Organização Mundial da Saúde (OMS), UNODC, Ministério da Saúde, Conselho Federal de Psicologia (Referências Técnicas para atuação em álcool e outras drogas), Plataforma Brasileira de Política de Drogas, CETAD/UFBA, Centro de Convivência É de Lei, além de autores como Claude Olievenstein, Antônio Nery Filho e Denis Petuco.
Idealizado por Alexandre Monteiro, psicólogo clínico e gestalt-terapeuta (CRP-16/7696), antiproibicionista, com atuação e especialização em saúde mental, dependência química e educação sobre drogas, a partir do trabalho do @dichavandoard.
Não faz diagnóstico, não prescreve e não substitui acompanhamento médico, psicológico ou serviços de saúde.
Procure ajuda imediatamente: SAMU 192 · CVV 188 (apoio emocional, 24h).